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IBGE aponta safra brasileira de 49,2 Mi de sacas em 2013

Em relação a fevereiro, as informações de março do IBGE apresentam acréscimo de 0,5% na produção de café esperada, totalizando 2,9 milhões de toneladas.

Os desafios do café solúvel brasileiro

No brasil não se instala uma empresa deste ramo a mais de 40 anos!

Queda dos preços internacionais fazem despencar exportações de café

Queda dos preços internacionais foi responsável pelo baixo desempenho das exportações de café.

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Tamanho maior do café amenizará ano de baixa produção--Cepea

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O maior calibre do grão do café brasileiro deve compensar em parte a produtividade menor esperada para a temporada 2013/14, ano de baixa do ciclo bianual da commodity, avaliou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) nesta terça-feira.
Segundo agentes consultados pelo Cepea, a redução causada pela bienalidade negativa deve ser amenizada pelo tamanho maior dos grãos em relação à safra anterior --seria necessário menos grãos para compor uma saca de 60 kg.
Além do tamanho dos grãos, segundo os pesquisados pelo centro, o bom volume de chuvas neste início de ano teria sido suficiente para reverter o impacto da seca que persistiu nos últimos meses de 2012.
Em janeiro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou a safra de café do Brasil em 2013/14 em 48,57 milhões de sacas de 60 kg, um recorde de produção para uma safra de baixa no ciclo bianual do café arábica.
O indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, apontou o café a 294,73 reais por cada de 60 kg, queda de 1,54 por cento em relação à semana anterior.
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Inicia a colheita do café conilon em Rondônia

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Iniciou agora em abril a colheita do café conilon em Rondônia. A retirada dos grãos segue até o mês de maio, quando então deve começar a comercialização do produto. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), tem expectativa mais otimista da safra 2013 em relação a safra 2012. Com expectativa de crescimento esperado a média está entre 1,6% e 6,8% na produção dos grãos, segundo dados repassados pela companhia. Isso corresponde a uma quantidade de café estimada entre 1.388,9 e 1.460,1 mil sacas no estado. O aumento se deve principalmente, a condição climática desfavorável em 2012 – devido ao volume de chuvas pequeno no período da floração do café. Cacoal ainda é o município com maior produção do grão no estado, no entanto a qualidade da produção ainda não é considerada tão satisfatória – tanto em qualidade quanto em quantidade – devido a necessidade de recuperação de cafezais, plantio de novas lavouras, baixa qualidade do solo e condições climáticas pouco favoráveis.

Enquanto a produção média de café por hectare varia, historicamente, este ano a expectativa é de colheita de pouco mais de 11 sacas por hectare, contra 10,88 sacas na safra de 2012. Na contramão da baixa produtividade alguns cafeicultores estimam aumento da produção de até 50%. É o caso do cafeicultor Orly Gama, dono de propriedade na linha 10, espera colher 50% mais café em relação a 2012. Produtividade em alta é realidade também na propriedade de Valentim Barroso, cafeicultor da linha 12, espera colher de 80 a 100 sacas do grão, até o final da colheita. “Dessa vez surpreendeu mesmo porque eu não esperava esta produção não, e eu acredito que nós temos que melhorar mais ainda, nós somos aprendizes”, analisou.

O engenheiro agrônomo Adson Ribeiro, que esteve na propriedade e avalia que apesar das dificuldades o aumento da produção revela fatores positivos para a produtividade de café no estado. “O fator talvez que seria mais determinante é o aumento da tecnologia que o produtor tem empregado no cultivo”, segundo analisou. Os maiores compradores do café produzido em Rondônia são os estados de São Paulo e Paraná.

EVENTO

Na última quinta-feira a deputada estadual Glaucione Rodrigues participou de evento em Cacoal que contou com a presença do secretário de Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri), Evandro Padovani. Na ocasião ela anunciou investimentos na ordem de R$ 4 mihões, referentes a emenda substitutiva feita pela parlamentar. Assumiu ainda publicamente o compromisso de obtenção de mais R$ 2 milhões para a mesma finalidade – com isso o investimento previsto será de R$ 6 milhões em prol da cafeicultura rondoniense.

Cafeicultores discutem estratégias e objetivos

Foi realizada na última quinta-feira, em Cacoal, uma reunião de órgãos do Governo Estadual e Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) com produtores de café e com comercializadores para discutirem estratégias e metas do Programa de Revitalização da Cafeicultura em Rondônia. O programa é uma parceria de órgãos como Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri), Agência de Defesa Sanitária Agrossilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) e Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e busca incentivar a produção de café no Estado.

“Já se discutiu muito os problemas. Está na hora de discutir as soluções. O potencial de produção do café conilon aqui em Rondônia é uma coisa violenta”, disse Samuel José, Chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa. Rondônia é o segundo maior produtor do país de café conilon, com cerca de 26 mil produtores.Durante a reunião também foram apresentadas as metas à produção para 2018.
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Exportações de café salvadorenho caem 34,2% em comparação com o ciclo passado

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As exportações de café salvadorenho somaram US$ 118,08 milhões durante os primeiros seis meses da atual colheita, 34,2% a menos que o exportado no mesmo período do ciclo cafeeiro de 2011-12.

Durante o primeiro semestre da atual colheita, entre outubro de 2012 e março desse ano, um volume de 530.114 sacas de 60 quilos foi exportado por um valor total de US$ 118,08 milhões, segundo o relatório do Conselho Salvadorenho de Café (CSC). Isso representou uma queda de 8,6% em volume e 34,2% em valor com relação ao mesmo período do ciclo anterior, quando foram exportadas 580.108 sacas por US$ 179,32 milhões.

Durante o mês de março, a receita foi de US$ 29,40 milhões, representando uma baixa de 15% em volume e de 37,1% em valor com relação ao mesmo mês da colheita passada. O ciclo cafeeiro do país começa em 1 de outubro e termina em 30 de setembro do ano seguinte.

A produção cafeeira de El Salvador e dos demais países da América Central está há vários meses afetada pela ferrugem, um fungo que debilita as plantas e faz com que o fruto caia antes de sua maturação. Os cafeicultores salvadorenhos prognosticam que a praga poderia afetar entre 20% e 40% da colheita do próximo ciclo (2013-14). O Governo salvadorenho destinou US$ 3 milhões para combater a praga.

Os principais destinos do café salvadorenho são Alemanha (28,9%), Estados Unidos (27,2%), Japão (9,3%) e Canadá (9,2%). 
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ministério promove cafés especiais em feira nos EUA

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A Associação Brasileira de Cafés Especiais, com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), participa da 25th Annual SCAA Exposition. A feira que ocorre de 11 a 14 de abril de 2013, em Boston, nos Estados Unidos, será financiada pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) e promovida pela Associação Americana de Cafés Especiais – SCAA.

No estande brasileiro, serão servidos cafés especiais de várias regiões produtoras do Brasil. Além disso, o evento é uma oportunidade para os visitantes conhecerem a variedade de aromas e os sabores, bem como os padrões de sustentabilidade, o respeito ao meio ambiente e aos aspectos econômicos e sociais.

De acordo com o diretor do Departamento do Café do Mapa, Edilson Alcântara, o objetivo é promover os cafés e mostrar para diferentes mercados que o Brasil é um fornecedor de qualidade do produto. “O mercado americano vem demonstrando uma tendência positiva para o nicho dos cafés especiais. Além disso, nesse evento os visitantes poderão atestar a diversidade de nossas origens, provando os melhores grãos produzidos pela safra brasileira”, explicou.

Segundo os organizadores do evento, a edição de 2012 contou com a participação de cerca de 100 brasileiros, 746 expositores e 9,5 mil visitantes entre produtores, consumidores, exportadores, importadores, varejistas e empresários.
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Revisão do preço mínimo do café

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A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, defendeu nesta quinta-feira (11/04), em reunião com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Antônio Andrade, a revisão do preço mínimo do café para R$ 340 por saca de 60 quilos. “A situação está insustentável e se o mínimo demorar muito para ser definido, a tendência é que os preços caiam mais”, afirmou a senadora Kátia Abreu.

Segundo a senadora, o preço mínimo de R$ 340 por saca é “razoável”. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG) e presidente Conselho Deliberativo Nacional do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Roberto Simões, também participou da reunião. A expectativa é que o novo valor mínimo seja definido na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), que deve ser realizada no final de abril.

Durante a reunião, o ministro da Agricultura afirmou que estão bem adiantadas as discussões relacionadas ao Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2013/2014, que deve ser anunciado pelo Governo federal no dia 04 de junho. Segundo ele, as principais propostas defendidas pela CNA para o PAP serão atendidas.

Demarcações de Terras Indígenas – Ao deixar o prédio do MAPA, a senadora Kátia Abreu foi questionada por jornalistas sobre a convocação da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para prestar explicações sobre as demarcações de terras indígenas. A convocação foi aprovada, na quinta-feira (10/04), pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. “A convocação mostra a angústia e o desespero no qual o País se encontra diante dessa situação”, afirmou.

Para ela, esse é um dos temas mais críticos para o País. “Esse problema está virando uma bola de neve. O que era problema de um lugar só transformou-se numa questão nacional”, afirmou a senadora, lembrando que a ministra Gleisi Hoffmann tem trabalhado muito para apresentar soluções para os problemas que dificultam o crescimento do setor agropecuário. Ainda sobre esse tema, a senadora Kátia Abreu voltou a defender que sejam suspensos os processos de demarcação de terras indígenas até que sejam julgados, no Supremo Tribunal Federal (STF), todos os embargos declaratórios do caso Raposa Serra do Sol.
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Cooperativas brasileiras de café devem voltar a divulgar estoques

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As cooperativas no Brasil, principal produtor mundial de café, devem voltar a divulgar dados sobre os volume em seus estoques a partir deste mês, informou nesta sexta-feira o Conselho Nacional do Café (CNC), uma associação de produtores, uma prática que havia sido abandonada em 2006.
Os dados sobre estoques seriam publicados trimestralmente para os períodos terminando em 30 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro, informou um boletim do CNC. Juntamente com estimativas de safra, os dados sobre os estoques privados ajudam a monitorar o nível da oferta em comparação com a demanda.
"Com a retomada dos anúncios dos estoques das cooperativas e a conciliação com as informações das demais instituições, o CNC pretende dar maior transparência ao mercado, gerando credibilidade aos números relacionados ao setor", informou o boletim do conselho.
Segundo o comunicado, a primeira leva de dados seria publicada na última semana de abril, e teria informações de estoques referentes ao fechamento de 2012 até 31 de março.
A assessoria de imprensa do CNC disse que as cooperativas afiliadas ao conselho publicavam dados sobre o estoque regularmente até 2006, quando a prática foi abandonada por uma nova liderança na organização.
As estimativas para os estoques privados brasileiros estão relativamente grandes atualmente, após quedas constantes nos preços do café na segunda metade do ano passado levarem muitos produtores a adiar as vendas até que os preços voltassem a subir. Os preços, no entanto, continuaram recuando desde então.
Fonte: REUTERS
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Produção de café gera renda para mais de 650 mil agricultores familiares

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Ele é a segunda bebida mais consumida no País. Sozinho ou acompanhado, quente e até frio, agrada o paladar de milhões de brasileiros todos os dias. O poder de sua produção já ditou políticas e comportamentos. Por ser tão importante, possui um dia especial em todo o mundo: 14 de abril, Dia Internacional do Café. No Brasil, sua produção gera renda para mais de 650 mil agricultores familiares, que contam com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para estruturar suas propriedades e comercializar o grão. Juntos, esses agricultores são responsáveis pela produção de 38% de todo café nacional. Fatia que movimenta cerca de R$ 2,5 bilhões, por ano.

Os dados são do Censo Agropecuário mais recente, que revelam ainda a localização dos produtores brasileiros. O cultivo dos cafezais ocorre em quase 200 mil estabelecimentos da agricultura familiar, distribuídos em 1.468 municípios diferentes de todo o País. No entanto, a grande maioria da produção, cerca de 95%, está concentrada nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, São Paulo, Rondônia e Bahia.

O diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor do MDA, Nilton Pinho de Bem, explica que os produtores do grão são atendidos por diversas políticas estruturantes da agricultura familiar, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), o Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF), o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Seguro da Agricultura Familiar (Seaf) e o Selo da Identificação da Participação da Agricultura Familiar (Sipaf). “Nossa estratégia se baseia especialmente na organização dos agricultores em cooperativas, para que eles possam ter mais força e espaço no mercado; na busca de um melhor padrão de produtividade, com os serviços de assistência técnica; e na diferenciação dos produtos ofertados, que já são distintos por serem da agricultura familiar, fruto antes de mais nada do trabalho da família, mas nós buscamos também cafés com melhor padrão de qualificação, atendendo a diferentes padrões e, prioritariamente, cafés orgânicos, que possuem um mercado com alto padrão de crescimento.”

Atualmente, o MDA possui 29 cooperativas com a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP Jurídica) – instrumento que identifica os agricultores familiares e os qualifica para acessar os programas do ministério – ligadas à cadeia produtiva do café. Uma delas é a Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (Coopfam). Com sede no município de Poço Fundo (MG), o empreendimento é formado por 280 produtores, que produzem e exportam por ano cerca de 720 toneladas de café para países como os Estados Unidos, Inglaterra, Itália e Japão, além das vendas internas para os estados de Minas Gerais e São Paulo.

Há três anos, a cooperativa recorreu ao financiamento do Pronaf para investir na estruturação do empreendimento e expandir a produção.  O valor financiado pela linha Pronaf Agroindústria, R$ 340 mil, foi usado para criar e equipar o setor de torrefação, onde os grãos do café verde são aquecidos em cilindros rotatórios com elevadas temperaturas. É nesse processo que produto é industrializado. "Sem esse recurso não conseguiríamos montar a industrialização e, com isso, continuaríamos pagando essa parte do trabalho por fora, terceirizando o serviço, o que acabava saindo mais caro e também dificultava nosso trabalho em atender demandas maiores, porque a máquina não dava conta de atender tudo”, salienta o diretor da Coopfam, Luiz Carlos de Paiva.

Com o investimento, os cooperados esperam aumentar a comercialização, principalmente para o mercado interno. “Começamos a trabalhar com a nossa própria torrefação nesta semana e a expectativa é atender mais o mercado nacional, porque nosso café industrializado é todo vendido no Brasil”, acrescenta. A cooperativa participa também do programa Talentos do Brasil – iniciativa do MDA que insere produtos e serviços da agricultura familiar no mercado turístico, agregando valor à oferta turística brasileira –, do projeto de Fortalecimento da Agricultura Familiar Orgânica, Agroecológica e Agroextrativista e ainda possui o Sipaf, que identifica os produtos que tenham em sua composição a participação majoritária da agricultura familiar.

As condições especiais de financiamento do Pronaf oferecidas aos projetos coletivos também foram a alternativa encontrada pela Cooperativa Agropecuária dos Produtores Orgânicos de Nova Resende e Região (Coopervitae), de Nova Resende (MG), para organizar e modernizar o empreendimento. Em 2011, o grupo decidiu financiar R$ 64 mil. O recurso foi usado na aquisição de um programa de computador que melhor organizasse o gerenciamento e o controle de toda a movimentação da cooperativa. "Esse software atende todas as nossas necessidades, tanto no estoque quanto na área comercial, fiscal e financeira, e também deixa nossas informações e dados mais precisos", garante a representante da Coopervitae, Flaviane Carla Pereira.


Fonte: Noticiasagricolas
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Café representa 6,9% nas exportações agrícolas de janeiro a março de 2013

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O café representou 6,9% de todas as exportações do agronegócio brasileiro de janeiro a março de 2013. O resultado faz parte do Informe Estatístico do Café, publicado mensalmente pelo Departamento do Café da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Spae/Mapa).

A receita cambial do café verde representou 6,1% no volume de recursos do total das exportações. Segundo o diretor do Departamento do Café do Mapa, Edilson Alcântara, houve uma diminuição no valor de receitas em 21,7% em função da queda de preços. “No entanto, o produto apresentou aumento na quantidade exportada, em 10%”, disse.

O principal comprador de café verde brasileiro continua sendo a Alemanha, que apesar de ser o principal destino das exportações da produção nacional, apresentou queda de janeiro a março de 2013 de 27,3%. O segundo principal importador foram os Estados Unidos, país que também teve um recuo de 17,02% nas compras do grão. Porém, o volume embarcado aumentou para o Japão (75,97), para a Turquia (16%).

De acordo com o relatório mensal, o consumo brasileiro de café em 2013 é estimado em 21 milhões de sacas, contra 20,3 milhões de sacas em 2012. Os estoques do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) estão, atualmente, em 14 mil sacas.


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Após aquecimento, liquidez no mercado de robusta volta a cair

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No início desta semana, o mercado de café robusta registrou aumento no ritmo de negócios. Na quarta-feira, no entanto, o mercado voltou a registrar baixa liquidez. De acordo com pesquisadores do Cepea, entre os motivos da lentidão, destacam-se as incertezas quanto à influência da “operação robusta” sobre o mercado. Por enquanto, algumas empresas do setor saíram do mercado e, com esse cenário indefinido, vendedores também têm postergado as negociações de café. Além disso, compradores, no geral, aguardam a chegada da nova safra, que pode pressionar as cotações. Nessa quarta-feira, 10, o Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6 peneira 13 acima fechou o dia a R$ 249,76/sc de 60 kg, ligeira queda de 0,8% desde o início de abril. Quanto ao arábica, o impasse quanto aos preços entre compradores e vendedores permanece, e o mercado segue calmo. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 304,61/sc de 60 kg, elevação de 1,21% no acumulado do mês. 
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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Queda dos preços internacionais fazem despencar exportações de café

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 Queda dos preços internacionais foi responsável pelo baixo desempenho das exportações de café. O volume exportado no primeiro trimestre cresceu 10,5% (para 414 mil toneladas), enquanto a receita recuou 18,8% (para US$ 1,429 bilhão).
 O preço médio caiu 26,5% (para US$ 3.456/tonelada). No caso do café em grãos, o volume exportado aumentou 10,2% (para 393 mil toneladas) e a receita caiu 21,7%, para US$ 1,255 bilhão. No solúvel, o aumento dos embarques foi de 15,3% (para 19 mil toneladas) e a receita cresceu 10% para US$ 163 milhões, com recuo de 4,6% no preço médio (para US$ 8.510/tonelada).
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Queda de produção de café pode chegar a 80% na Bahia se a estiagem continuar

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Na semana passada o governador da Bahia, Jaques Wagner esteve no programa Roda Viva da TV Cultura falando da situação precária dos mais de 450 municípios da Bahia que já decretaram situação de emergência por causa da estiagem. Ele afirmou, em queda já atinge 40% da produção de café no estado este ano, se continuar a estiagem, a queda pode chegar a 80% no próximo ano.
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Exportação de café do Brasil para Árabes cresce 16%

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O Brasil exportou mais de 330 mil sacas de 60 quilos de café aos países árabes no primeiro trimestre, um aumento de 16% em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (05) pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

 Em receitas, no entanto, houve uma queda 3,65% na mesma comparação, de US$ 57,5 milhões para US$ 55,4 milhões. Isso ocorreu porque o preço médio da saca ficou 26% menor no primeiro trimestre de 2013 do que nos três primeiros meses de 2012.

 O diretor-geral do Cecafé, Guilherme Braga, observou, porém, que os preços, apesar de terem “apresentado uma queda contínua nos últimos 24 meses”, “estão dando sinais de recuperação”.

 No total, as vendas externas do produto somaram quase 7,3 milhões de sacas de janeiro a março, um crescimento de 9,8% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas ficaram em US$ 1,4 bilhão, uma queda de 18,8% na mesma comparação.

 Os principais blocos de destino nos três primeiros meses de 2013 foram a Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul. Entre os países, os maiores mercados foram os Estados Unidos, Alemanha, Japão e Itália.

 O Cecafé destacou, no entanto, que os embarques para países emergentes aumentaram 25,3% em volumes, ao passo que para os destinos tradicionais, avançaram 9,4%.


Fonte: Cafépoint
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IBGE aponta safra brasileira de 49,2 Mi de sacas em 2013

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  IBGE aponta safra brasileira de 49,2 Mi de sacas em 2013
Em relação a fevereiro, as informações de março do IBGE apresentam acréscimo de 0,5% na produção de café esperada, totalizando 2,9 milhões de toneladas (49,2 milhões de sacas de 60 quilos) e 1,9% no rendimento médio. Embora a variação na produção do café arábica em relação ao mês passado tenha sido de apenas +0,2%, merece destaque a variação apresentada pelo café canephora.

 No primeiro trimestre do ano, o calor e a estiagem atingiram algumas regiões de café canephora do estado do Espírito Santo, maior produtor nacional da espécie. A produção estadual está reduzida em 0,1% em relação a fevereiro, totalizando 613.403 toneladas (10,2 milhões de sacas).

 O Espírito Santo responde por 78,6% da produção de canephora no país. Apesar dos decréscimos verificados no estado, a estimativa da produção nacional em março de 2013 é de 780.042 toneladas (13,0 milhões de sacas), maior 1,6% que a estimativa de fevereiro. Observam-se também, este mês, expressivos aumentos da produção em Rondônia (11,5%), Bahia (10,6%) e Mato Grosso (33,6%).

Com informações do Departamento de Comunicação Social do IBGE
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PF descobre esquema de fraude no comércio de café

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  Em Vitória, o alvo da operação foi o Centro do Comércio de Café. Policiais e técnicos da Receita Estadual foram ao escritório da empresa Perácio Exportadora de Café, mas o empresário não estava. Alexandre Perácio foi preso no Rio de Janeiro, em Copacabana.

  Em Colatina, norte do Espírito Santo, os policiais foram em uma das avenidas mais movimentadas da cidade, na sede da Império Comércio de Café. Ao todo são 10 mandados de prisão, todos contra empresários.

  A operação é resultado de uma investigação que começou há dois anos e aponta, principalmente, a utilização de notas fiscais irregulares para sonegar impostos. O prejuízo para os cofres do estado é de mais de R$ 100 milhões.

  O esquema envolve Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais, mas de acordo com a investigação, a maioria das fraudes ocorre entre o Rio e o Espírito Santo. Os números da cafeicultura carioca indicam isso. Um levantamento do Centro do Comércio de Café de Vitória mostra que em 2011, o Rio de Janeiro produziu 260 mil sacas, mas enviou para o Espírito Santo notas equivalentes a mais de 3 milhões de sacas de café.

  As empresas envolvidas no esquema usam as notas frias para sonegar impostos. Em setembro, 22 depósitos de café passaram por uma fiscalização no interior do Espírito Santo. Muitos não tinham nota.

  Três pessoas suspeitas de envolvimento no esquema ainda não foram localizadas pela polícia. A Justiça também determinou a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico de todos os investigados.




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terça-feira, 9 de abril de 2013

Produção mundial de café em 2012/13 deve somar 144,6 mi/scs, diz OIC

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A produção global de café durante a safra 2012/13 deve ficar em 144,6 milhões de sacas de 60 quilos, um crescimento de 6,4% em relação ao ciclo anterior, disse hoje a Organização Internacional do Café (OIC).

Embora a doença causada pelo fungo roya reduza a produção na América Central, em algo próximo a 2,3 milhões de sacas no período, esta perda será compensada pela produção em outras nações, diz a OIC. “As perdas pelo fungo serão compensadas pelo crescimento da colheita em vários países, particularmente Brasil, Indonésia e Etiópia”.

No mês passado, um alto funcionário da organização disse que a produção de café arábica lavado da América Central poderia cair 2,5 milhões de sacas durante 2012/13, como resultado da doença.

“Mas as perdas na produção de café podem ser maiores em 2013/14, próximas a 4 milhões de sacas”, disse Mauricio Gallindo, chefe de operaçoes da OIC. “Muito vai depender se a produção da Colômbia vai conseguir preencher a lacuna de mercado”, disse. “Mas um déficit de 4 milhões de sacas certamente será percebido pelo mercado”, adicionou.

Traders e analistas estão preocupados com a propagação do fungo roya em toda a América Central e como isso pode afetar a região, responsável por 10% da produção global.
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Colômbia: Fedecafé da revela auxílios para evitar mais protestos

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A Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia (Fedecafé) apresentou as estatísticas sobre o que está sendo feito em matéria de desembolsos de auxílios para os produtores do setor após surgirem rumores de novas ameaças de greve.

Os números revelam que, até 2 de abril, 198.285 cafeicultores receberam o auxílio à renda outorgado pelo Governo, o que representa um desembolso total de 142,258 bilhões de pesos (US$ 78,12 milhões) e diários de 930 milhões de pesos (US$ 510.708) em auxílios aos cafeicultores.

Diariamente, a associação cafeeira recebe 6.000 faturas processadas em média e solicitações de 757.876 pesos (US$ 416,187) por produtor.

Até 2 de abril, foram registrados processamentos de um total de 936.449 faturas, com uma média de 2,4 cargas de café cada uma. Do total de faturas, 20% equivale a vendas inferiores a 25 quilos de café em pergaminho.

Para evitar confusões, a federação recordou que os pagamentos são realizados diretamente ao produtor. Resta ver se esses se convencerão e desistirão de um novo protesto. 

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Ministério Público do ES combate fraude no comércio de café

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O Ministério Público do Espírito Santo realiza, nesta terça-feira (9), uma operação de combate à fraude na importação e exportação de café. A Operação “Robusta” tem o objetivo de desarticular e colher provas relativas à atuação de uma organização criminosa que age na comercialização do café nos estados do Espírito Santo, Minas Geraise Rio de Janeiro, cujas ações, em território capixaba, levaram à sonegação de mais de R$ 100 milhões nos últimos três anos. Ao todo, serão cumpridos 10 mandados de prisão temporária contra empresários do Espírito Santo, principalmente do interior, e 11 mandados de busca e apreensão.

Simultaneamente, Ministérios Públicos de 12 estados realizam uma operação de combate à corrupção, nesta terça-feira. As investigações de fraude no comércio de café partiram da Receita Estadual e foram levadas ao conhecimento do MP-ES. Elas apontam a utilização de notas fiscais irregulares na compra e venda de café. Os levantamentos começaram em março do ano passado e a sonegação de impostos ultrapassa o valor de R$ 130 milhões.

Os levantamentos tiveram como ponto de partida diversas denúncias encaminhadas à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e ao Ministério Público, que foram apuradas com a utilização de novas ferramentas de fiscalização, cruzamento de dados, coletas de informações e cooperação mútua entre as Receitas Estaduais e os Ministérios Públicos dos estados envolvidos.

A simulação e as operações ilícitas de venda de café para o Espírito Santo transferem um crédito de 7% para as empresas locais e, posteriormente, este crédito é utilizado pelos destinatários aqui sediados para abater nos débitos de ICMS gerados pelas vendas de seus produtos.

Ao todo, dez membros do Ministério Público, 35 auditores fiscais e 94 policiais militares auxiliam nos trabalhos e, a partir da agora, vão analisar conjuntamente documentos, computadores, dados e depoimentos de investigados e testemunhas, que serão colhidos nos próximos meses.
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Representantes das instituições integrantes do Consórcio Pesquisa Café se reúnem na UFLA para articular projetos para o novo edital do consórcio pesquisa café

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Com intuito de discutir e articular propostas para o novo edital do Consórcio Pesquisa Café, representantes de diversas instituições participantes se reuniram no último dia 26 no anfiteatro do Departamento de Agricultura e no Setor de Cafeicultura da Universidade Federal de Lavras (UFLA).

O edital, lançado no último mês de março, tem por objetivo selecionar propostas de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) em áreas estratégicas, que receberão apoio financeiro do Consórcio Pesquisa Café.

A reunião contou com a presença de representantes da UFLA, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas (IFSULDEMINAS), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) e Fundação Procafé de Varginha.

De acordo com o representante institucional da UFLA no Consórcio Pesquisa Café, professor Rubens José Guimarães, após o recente realinhamento do Consórcio, a reunião vai ao encontro do novo sistema de gestão e visa atender a necessidade do trabalho se pautar em redes de pesquisa.

“A pesquisa em rede visa unir as instituições. Dessa forma, será evitado o sombreamento de pesquisa, além de otimizar recursos e maximizar resultados. Então a ideia é reunir as várias instituições para apresentar um novo modelo e daqui sair propostas de redes de pesquisa para serem apresentadas no edital”, explicou Guimarães.

O presidente da coordenação técnica do Consórcio Pesquisa Café e pesquisador da Epamig, Gladyston Carvalho, avaliou positivamente o encontro e elogiou a mobilização de todos os pesquisadores e professores presentes. Ele ressaltou ainda que o cafeicultor deve ser o principal beneficiado com as ações.

“Tivemos a preocupação de ouvir quais eram as reais necessidades da cafeicultura nacional. O importante é que esse edital tenha um caráter aplicado e que venha atender as necessidades do cafeicultor, que é o usuário final dos produtos do consórcio e de todas as agências de fomento”, explicou.

No período da manhã os representantes das instituições assistiram a apresentação do edital e suas áreas de pesquisa prioritárias. Logo depois participaram de um fórum de debates para sugestões das redes de pesquisa.

Já na parte da tarde, no Setor de Cafeicultura da UFLA, grupos de pesquisa foram criados de acordo com os focos temáticos previstos no edital, que são considerados emergenciais. São eles: “Sustentabilidade da cafeicultura de montanha”, “Mão de obra escassa e de alto custo”, “Estresses bióticos e abióticos”, “Qualidade e Marketing para rentabilidade” e “Deficiência dos processos de transferência de tecnologia”.

O valor indicativo para o orçamento anual dos projetos dessa chamada é de R$ 150.000,00 por ano para projetos dos macroprograma 2 (Competitividade e Sustentabilidade) e macropograma 4 (Transferência de Tecnologia e Comunicação Empresarial) com vigência máxima de 48 meses e de R$ 100.000,00 por ano para projetos do macroprograma 3 (Desenvolvimento Tecnológico Incremental) com vigência máxima de 24 meses.

Todos os detalhes sobre o edital estão disponíveis no site: http://www.consorciopesquisacafe.com.br/. O Consórcio Pesquisa Café congrega instituições de pesquisa, ensino e extensão localizadas nas principais regiões produtoras do País. Seu modelo de gestão incentiva a interação das instituições e a otimização de recursos humanos, físicos, financeiros e materiais. As instituições fundadoras foram: Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio), Universidade Federal de Lavras (UFLA) e Universidade Federal de Viçosa (UFV).
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Governo vai dar licenças para portos secos

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Depois de quase uma década de tentativas, o governo definiu neste sábado (06/04) mudanças para os portos secos, os entrepostos alfandegários instalados fora de áreas de fronteiras. O objetivo das medidas, segundo a Receita Federal, é estimular investimentos privados. Com o aumento da concorrência, diz a Receita, podem cair os preços de tarifas cobradas em transações de comércio exterior de portos e aeroportos.

Ao mudar o modelo de concessão para o de licença, o governo espera também reduzir o número de ações judiciais. "De 2003 para cá, foram registrados apenas dois ou três novos contratos. Uma das razões é que, no modelo de concessão, a parcela que tem potencial de perda de licitação judicializa o processo. Mas, em um modelo em que todos podem entrar, a disputa passa a ser econômica", avaliou Ronaldo Medina, assessor da Receita.

Até agora a exploração do negócio se dava por meio de concessões, com contratos firmados por 25 anos, em locais definidos pelo governo e poucas possibilidades de expansão, o que emperrava o desenvolvimento da atividade. A avaliação é de que não cabem à União, por exemplo, os estudos de viabilidade da atividade. "Colocar o governo para falar se o negócio é viável ou não é estranho", disse Medina.
Liberdade. Os contratos de concessão atuais serão respeitados, afirmou Medina. Mas abre-se a oportunidade para quem está explorando o negócio de pedir rescisão do contrato e encerrar a atividade ou migrar para o novo modelo. "Esse novo regime permite a liberdade de entrada e saída do negócio, o modelo é mais adequado à logística e à infraestrutura do Brasil", disse. "Vamos ter ampliação mais rápida de infraestrutura, melhorar questões de competitividade e reduzir custos de serviços logísticos."

Para Medina, a Medida Provisória 612, publicada ontem pelo governo, complementa a MP 595, dos Portos, de dezembro do ano passado. "Estamos mudando a estrutura portuária, tornando-a mais barata. Se não tomarmos medidas do lado de cá, vai ter desequilíbrio entre as coisas", considerou. Para abrir um novo porto seco é obrigatória uma unidade da Receita Federal no município.
As licenças, ao contrário das concessões, não têm prazos definidos de exploração. E empecilhos como esse, diz Medina, criavam impasses "muito grandes". Medina disse que prefeitos de cidades importantes pedem constantemente instalação de portos secos em seus municípios.


Fonte: cafépoint
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Ferrugem pode reduzir produção da América Central em mais de 2 milhões de sacas

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Nesta segunda-feira (8), a OIC (Organização Internacional do Café) estimou que produção de café da América Central deverá registrar uma queda de 2,3 milhões de sacas de 60 kg, na temporada 2012/13, em função do ataque da ferrugem nos cafezais da região. A expectativa é que os prejuízos cheguem a US$ 550 milhões e cerca de 441 mil trabalhadores percam o seus empregos. 

Apesar da alta incidência da doença nos cafezais, a OIC acredita que as projeções para a safra 2012/13 não sejam modificadas pelo menos inicialmente. A entidade destaca que o impacto da ferrugem será pior na temporada 2013/14, até o momento, não há estimativas sobre o impacto da doença nas plantações, no entanto, a OIC reporta algumas projeções nacionais que mostram o impacto crescente. 

Na Costa Rica, as estimativas é que as perdas na safra 2012/13 ultrapassem 74 mil sacas, já para a temporada 2013/14 esse prejuízo deverá crescer para entre 190 mil e 230 mil sacas. Do mesmo modo, a produção de El Salvador também tende a apresentar uma redução, e o Governo do país já aponta para a pior quebra de safra dos últimos 33 anos. 

Ainda nesta segunda, o indicador de preço composto da OIC aponta que os preços futuros do café parecem estabilizar ligeiramente. De acordo com informações da organização, o indicador ficou em 131,38 centavos de dólar por libra-peso no mês de março, números próximos dos 131,51 centavos por libra-peso registrado no mês de fevereiro. 

Apesar desse cenário de preços mais firmes em março, o índice composto da Organização apresenta uma queda de 21,7% em relação com o mesmo período de 2012, quando o indicador atingiu 167,77 centavos por libra peso. Com informações de agências internacionais.


Fonte:noticiasagricolas
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